segunda-feira, 18 de março de 2019

Planejamento Estratégico. Como elaborar?

Empreendedores, novatos ou até com tempo de mercado, muitas vezes, paralisam quando precisam planejar. Mas o que seria o tão falado: planejamento estratégico de uma empresa? Desenvolver um é sinal de sucesso ou tempo perdido? 
A verdade é que no mercado de trabalho, assim como na vida, não se tem garantia de absolutamente nada. O planejamento organizacional é um norte, um conjunto de ferramentas que busca facilitar o processo decisório de uma organização. Por isso planos genéricos - aqueles que se encontram até na internet - não trazem muita funcionalidade, pois, como todos sabem, cara empresa vive a sua realidade especifica. 

Mas, qual a funcionalidade de um planejamento?  

Antes de mais nada, planejar não é formula de bolo. É preciso conhecer a fundo tanto o seu negócio como o mercado em que se atua.
A construção de um bom planejamento, observa os traços mais simples do cotidiano de uma organização. O planejamento estratégico funciona como apoio para saber onde deseja chegar, em quanto tempo e principalmente, que métodos usar para atingir tal feito. É comum - principalmente em médias empresas - ir criando as coisas através das idéias do "dia-a-dia". O planejamento serve como um painel de monitoramento, assim como de um carro. Ele sinaliza a velocidade que sua empresa caminha, quanto combustível se tem para chegar em determinado lugar. Ele te norteia para que sua organização não saia do caminho desejado, por isso, entender a essência da missão, visão e valores, é o primeiro passo na construção ( e manutenção - um planejamento tem necessidade de revisão e adaptação continuada, )


Passo à passo. 

Como dito, entender a organização é o passo 01 na criação do planejamento da sua empresa. 
Após o entendimento nítido de todos ( Nível estratégico, tático e operacional ), chega o momento de fazer a análise interna e externa da sua empresa. Estamos no passo 02. A Análise Swot.  Ela te ajudará a enxergar a empresa "fora da caixa". Neste estágio do planejamento, se identifica os pontos fortes e fracos da empresa ( nível interno) e as oportunidades e ameaças ( ambiência externa) que são inerentes ao negócio. 

No estágio dois, é importante responder estas lacunas através de um brandstorm, pois absorver percepções diferentes da empresa é fundamental. Em seguida, criar diretrizes para diminuir os pontos fracos e ameaças e traçar estratégia, à favor, através dos pontos fortes para aproveitar as oportunidades que o cenário possibilita. ( Neste estágio, é preciso entender como funciona o mercado ao qual se estar inserido.) 

No passo 03, é preciso responder a Matriz Canvas. É neste passo que você entenderá como funciona a sua empresa. De que forma entra receitas, o que são despesas, as parcerias, a proposta de valor, para qual público a sua empresa fala. os canais de comunicação e relacionamento. O Canvas desenha toda a estrutura administrativa de uma empresa. Este é o passo mais importante na construção do Planejamento estratégico. 

O passo 04, estabelece o Balanced ScoreCard. Esta ferramenta, balanceia as forças da organização e leva-se em conta, 4 grupos de interese: Clientes, Processos  internos, capacitação profissional e Financeiro.
A estrutura desta ferramenta abre o campo interno de atividades da organização nas 3 primeiras esferas, na busca da estabilidade financeira da empresa.  Funciona como causa e efeito e é preciso nutris as 3 primeiras bases de forma continuada.  
Todos os passos do planejamento, devem ser monitorados, ( PDCA ) e rediscutidos sempre que houver necessidade. Com todo o planejamento montado, é hora de desenvolver o plano de comunicação e marketing da instituição, harmonizado  com a essência que a organização atua no mercado. 









quarta-feira, 26 de setembro de 2018

RÁDIO. Até quando terá sintonia?

Até onde será viável o sem fio no ar? Por quanto mais tempo o rádio será sustentável?  

Montar um plano de negócios que traga rentabilidade -mesmo com uma lista extensa de custos diretos e indiretos - não é tarefa das mais fáceis, se tratando do rádio.

Redação, equipe técnica, locutores, corpo administrativo, aparato tecnológico de ponta, na tentativa de reter atenção de um público cada vez mais desinteressado neste modal.   


A história mostra as várias adaptações deste meio de comunicação. A chegada da TV, no Brasil, é o caso mais emblemático. Na época ( assim como experienciamos hoje ) o rádio passou a ser mais serviço, falar mais com o publico em geral. (ele era campeão em interagir com o grande público). Logo após, uma nova readaptação: a chegada do telefone. O Sem fio o agregou e se fortaleceu ainda mais como veículo de massa.  


A diferença é que nestes períodos, o "queridinho do público" lutava sempre com um concorrente direto. Hoje em dia, a guerra da comunicação, contemporânea a crise da imprensa, acaba tirando o rádio de sintonia. - Paradoxal não é? - Grandes estruturas com alto capital investido, fortes bandeiras que definham por um simples vídeo, feito em um celular popular, que chega ao conhecimento das pessoas, com proporções globais, em segundos. Até então, ninguém era mais rápido do que o rádio. Até então! 


O digital rompeu e mudou o jeito de se comunicar.  A cadeia virou orgânica. Hora ativa, hora passiva. Os variados ciberespaços retêm a atenção da sociedade, são dinâmicos e sem fronteiras. Os meios digitais, através de Smartfones principalmente, são espaços de expressões populares e isso capta o grande público. 


Ao rádio, que perde público a cada ano, fica a reflexão de que é preciso mudar! O monólogo não faz mais parte da nossa sociedade. Alguns passos foram dados ( como a inserção do WhatsApp e as Lives, por exemplo) como mecanismos de apoio ao conteúdo veiculado no sem fio. Entretanto, a rigidez das programações,  não só afasta o ouvinte, como os parceiros também.  Pois, com a nova forma de se comunicar, desenvolveu-se um novo modelo de se anunciar. A gestão de comunicação que já atentou para este fenômeno, terá um pouco mais de oxigênio no mercado. As mídias transcendem, são encontradas, e o uso das múltiplas plataformas é uma carta na manga dos gestores e no conceito de se fazer negócio atualmente.  

 

Com o auxílio de todos os espaços de comunicação e interação, o rádio, por ter credibilidade, pode ter aí, sua fuga. Trazer segurança na informação, em época de fake news. Interagir nos espaços midiáticos e, em seguida, trazer um apanhado geral dos fatos. Veja que não estamos mais falando apenas do rádio, dial e frequência, simplesmente. Estamos nos referindo a uma nova metodologia de comunicação, unilateral, multifacetada, dinâmica e principalmente, compartilhada. 







segunda-feira, 2 de abril de 2018

Comunicação digital para o mundo corporativo

A velocidade de informação nos dias atuais é incontrolável. Vivemos um mundo conectado e o mercado organizacional precisa estar no meio digital sim. Cada vez mais empresas ( Grandes, médias e pequenas ) estão inseridas nas redes sociais, principalmente. Não "se é permitido" ficar de fora.

O detalhe que chama a atenção, é a maneira que algumas corporações se comportam nas plataformas digitais. Erros clássicos, falta de continuidade, e postagens sem nexo com o meio, são alguns dos exemplos catalogados diariamente.

A falta de capacitação têm levado algumas organizações em direção ao fracasso, seja por um post, um comentário ou mesmo uma campanha lançada nos ciberespaços. 

Por se tratar de plataformas gratuitas, organizações tem criado perfis "institucionais" na busca de mídia simplesmente, sem procurar profissionais do meio, ou mesmo treinar seus

colaboradores. O resultado é um festival de incoerência, dissonância com a proposta da marca, grosseiras, conteúdos repetitivos que geram mais aversão, do que uma comunicação interativa e resolutiva.
A falta de planejamento e investimento na área de comunicação e marketing, acaba transformando o que seria uma ótima ferramenta de relacionamento em "Outdoor digital", apenas. Alinhado a isso, erros estratégicas presenciados costumeiramente e percepção nítida que o  departamentos de marketing de muitas empresas vive ilhado do resto da organização. A realidade sentida é, muitas vezes, que "alguém" tira um tempo para "alimentar" estas plataformas. ( Ver as fotos. )

O universo do marketing digital ainda é muito novo, principalmente no meio corporativo. Se trata de alternativas frente a mídias tradicionais como rádio e Tv. Entretanto, é de fundamental importância, atenção total das organizações com sua exposição na web. A velocidade das informações podem ser ( e já foi ) fatal para algumas instituições.  Compartilhar, curtir, virar um fã e seguidor de uma marca, requer trabalho, planejamento e muito engajamento por parte das organizações.

Algumas marcas, por sua vez, desenvolvem um trabalho de excelência nas mídias digitais.
São cases ótimas ( de acordo com o modelo de negócio, claro. ) no treinamento e no desenvolver da humanização de marcas, por entenderem que estes espaços não são puramente de publicidade comercial, mas funcionam como facilitador e impulsionador de relacionamentos com o seu meio de interesses. É o caso da Netflix, ou falando de Brasil, do Magazine Luiza. ( Ver fotos. )

quarta-feira, 14 de março de 2018

Personal Branding

Sua marca é o que dizem de você!

Construir imagem não é tarefa das mais simples, principalmente na era dos compartilhamentos, da exposição digital e da instabilidade do  mercado em si. Porém, é preciso se posicionar diante tanta oferta de mão-de-obra.
A questão não é falar de sua importância, mas se tornar relevante. No cenário organizacional, é  fundamental desatacar-se no fazer acontecer.

Construir uma marca pessoal requer tempo, dedicação, compromisso e claro, aptidão no desenvolvimento das atividades de sua carreira. Tornar-se referência requer, acima de tudo, relacionamento, direção de onde se quer ir, boa comunicação com o meio, liderança com essência, forte trabalho em equipe, qualificação e ética sempre.  É preciso saber resolver as coisas agregando pessoas.

Credibilidade passa longe de apenas falar o que se é, de expor qualidades. As características de um profissional competente, que se difere competitivamente de outros, devem ser percebidas, sentidas por todos - não somente no espaço físico do seu trabalho -. Para se destacar, é necessário que, na mente dos outros, você seja lembrado sempre que precisar de um trabalho de excelência.
Existe ai, um paradoxo imenso, uma verdadeira casca de banana que muitos profissionais bons escorregam. Fazer acontecer, resolver problemas e ser criativo no meio corporativo não tem nada haver com invadir o espaço do outro. É preciso muita perspicácia para não se tornar um metido, ao invés de solucionador de cenários.


O grande profissional, traz consigo habilidades de união e nunca de desmanche. Para se tornar referência,
criar um nome de mercado, ego e vaidade deverão ser deixados de lado. Causar empatia é importante tanto quanto o conhecimento. Enxergar somente a si é um erro com proporções incontroláveis. Sua marca é o que dizem de você!

quarta-feira, 7 de março de 2018

Humanização de marcas



O conceito do marketing 1.0 se difundiu na revolução industrial.  Início de produções em larga escala e o foco em produtos. O fenômeno das expectativas de esperado, ampliado e em potencial não era trabalhado. A concepção das produções se fundamentava no modelo básico.


A satisfação do cliente não era preocupação das grandes indústrias e o desejo dos consumidores não interessava as fábricas. Funcionava da seguinte forma: produzir para vender à quem tenha dinheiro. E por muito tempo foi assim. Henry Ford sintetiza o engatinhar das produções em uma frase:

“O carro pode ser de qualquer cor, desde que seja preto”  



Com o advento das tecnologias, os moldes comerciais começaram a sofrer mutações. Clientes passaram a ter mais informações, opções de pesquisa, variações de produtos e assim,  o poder de escolha. Esses fenômenos reforçam a  prática da concorrência. Chegamos ao marketing 2.0. Agora, a percepção que o cliente tem opinião dentro dessa cadeia comercial começa a ganhar forma. Opções de produtos surgem de forma constante e o consumidor passa a ser o foco da venda! Aqui, desperta a necessidade de diferenciação, de posicionamento e entrega de produtos que satisfaçam expectativas. O cliente começa a ser estudado, nichos de mercado desenvolvem-se na busca do público alvo. Inicia-se a guerra pelo Marketing Share. Produto A em detrimento de B, atenção ao consumidor, mercado em potencial, busca da fidelização e concorrência acirrada. A vida globalizada fomenta ainda mais a competição. O mundo inteiro já vive o "American Way of life" e para empresas não serem engolidas pela concorrência e sumirem do mapa, entra em cena a Engenharia administrativa. Readequação de processos, sistemas tecnológicos e o valor das organizações.

Todas estas práticas corporativas corroboram para chegada do marketing 3.0. Não adianta mais vender apenas produtos escolhidos pelos clientes, é preciso conquistá-los em corpo, mente e espírito. O ser humano aqui, passa a ser a essência de qualquer modelo de negócio. As grandes organizações buscam satisfazer os desejos dos consumidores, antecipar-se para apresentar tendências na intenção de fidelização e destaque no mercado em que atua. Mais do que produtos e serviços, para sobreviver, é preciso ser uma Marca! Se torna fundamental criar valores, comunicar diferenciais e entregar satisfação.

Mais importante do que fazer uma venda, as organizações precisam fazer clientes. O modelo de gestão sustentável é inevitável. É preciso criar relevância, agregar valores e estar presente no dia-a-dia do consumidor. O produto ou serviço, serve aqui, como oportunidade, como canal para as organizações serem soluções, serem parceiras na vida das pessoas com qualidade, satisfação, estilo de vida e conceito, contemplando mais do que necessidades, respeitando princípios e realizando sonhos!


Estamos vivendo agora, a era do marketing 4.0, voltado para o universo digital. É claro que as estratégias off-line são tão importantes quanto, porém o conceito é inerente à conectividade, conhecimento compartilhado e opiniões múltiplas que impactam em todo processo decisório do consumidor. Portanto, é preciso ter uma imagem de credibilidade, criada com práticas repetidas e ações que ecoem a proposta da organização. Os consumidores, dentro do ecossistema digital, se tornam propagadores da percepção que a empresa representa, se tornam "advogados da marca".




quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Concorrência corporativa

A concorrência global tem mudado o mercado como um todo. Faz tempo que não se vende por vender. A sustentabilidade organizacional tem sido estratégia das grandes  (e pequenas, claro) corporações ao redor do planeta. Ela perpassa  pelo enredo do relacionamento. Faz tempo que empresas não vendem apenas produtos e/ou serviços, elas são facilitadoras e buscam ser protagonistas no processo de realização e busca de felicidade das pessoas. 

O grande desafio, diante deste contexto, é mapear as variadas tribos (que são mercado em potencial). Classificar grupos semelhantes requer planejamento, pesquisa e investimento em larga escala, além de tempo. Partir na frente da grande concorrência e desenvolver soluções para necessidades que ainda nem existem, por parte do público de consumo, não é tarefa das mais simples, mas é importantíssimo para ser lembrado sempre como a corporação que colabora para uma vida melhor.

Para o sucesso e reconhecimento, nos dias atuais, as organizações precisam, portanto,  ter modelos de negócios claros e ágeis, mas complexos ao mesmo tempo. É fundamental estar presente. Sempre!  Uma grande empresa com espaço físico, em um bairro populoso e com alto índice de giro econômico, por exemplo,  pode estar perdendo negócios para uma organização do outro lado do mundo, através apenas de alguns clicks.  Então, mais importante do que fazer uma venda, é preciso fazer clientes. É fundamental ser relevante, e isso não se faz apenas com política de preços. Estamos falando de um bule com água fervendo. A temperatura é sempre alta e o "café precisa ser servido rápido."  Esse gosto do café precisa ser diferente dos demais, percebido pelos, antes clientes e agora amigos e seguidores da organização.

Pensar local e agir global. Essa é uma afirmação e estratégia muito utilizada por empresas referência em nosso meio. A sonhada humanização do marketing 4.0 corre por veias de características iguais. Sentimentos, preocupações, gostos, desejos e sonhos compartilhados. É essencial que a empresa seja a cara dos seus consumidores.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Case. Brastemp

Na era digital, interações através das mídias sociais, opiniões compartilhadas, grandes empresas se tornam presença constante na Internet. A campanha da vez pertence à Brastemp . Com um novo modelo de comunicação, a organização apostou forte na convergência, para mostrar sua nova geração de produtos. A proposta perpassa, claro, pelo conceito de qualidade de sempre, mas desta vez, alinhado à modernidade.

Em uma proposta de associação de marcas, e Brastemp não abriu mão de se posicionar como uma empresa de Vanguarda, mas, de forma feliz, realizou um mix entre tradição e contemporaneidade.
O comercial é totalmente voltado para o mundo digital, com fatos e linguagens atuais, seguindo o linha de do Storytelling. Contando uma história que capta a atenção de quem assiste.
A chamada, rica em memes, viralizou nas redes sociais, ganhou o carinho do público e fincou a nova proposta de posicionamento da instituição. A marca, player líder de mercado há anos, se coloca como solução diferenciada para os seus consumidores, sem perder o poder de inovação, e conexão com as tendências de momento. Dentro desta ótica, a identidade visual da Brastemp também se remodelou. Ganhou traços mais leves, discretos e apostou em um novo slogan. Sem dúvidas, Brastemp! Em alusão a percepção de seus consumidores de identificação da marca através de experiências positivas.




sexta-feira, 26 de maio de 2017

Reposicionamento de Marca: uma análise de caso da Jangadeiro FM.

O cenário da radiodifusão Cearense sempre esteve muito definido. Cada emissora disputando seu espaço com suas concorrentes, luta pelos mesmos ouvintes, programações parecidas (dentro de cada segmento), promoções repetidas e, consequentemente, respostas já esperadas. Nada de muito transformador. Rádios de segmentação popular tão iguais - uma espécie de abraço geral - em suas programações com tentativas, muitas vezes precipitadas, de massificação de conceito.

A verdade é que percepção de valor não é exatamente o que uma determinada organização - no caso emissora - fala. Mas sim, um mix: imagem, construção de conceito, experiência vivida pelo publico consumidor para assim, criar na cabeça (e coração) a real dimensão do que a marca representa. Assim tem feito a Jangadeiro FM, após todo o trabalho de reposicionamento de marca, iniciado ainda no começo de 2015.

A emissora não apostou apenas em massificar um slogan, mas entendeu e praticou em todas suas ações, a proposta apresentada. TODO MUNDO AMA, não foi apenas uma frase de efeito, mas um sentimento entregue e percebido por todo seu público de interesse. A emissora se reposicionou dentro do mesmo nicho de mercado, mas abraçou conceitos mais amplos que vão além de promos institucionais. A remodelagem de toda sua programação, a identidade Jangadeiro mais nítida, as promoções que dão vida e tornam tangíveis os valores oferecidos pela estação. A equipe de locutores se tornou mais linear, cada qual com suas particularidades claro, mas emitindo, transmitindo sempre o mesmo conceito. Felicidade, amizade, união, companheirismo, carinho e alto astral. Afinal, esse é um conjunto de atributos funcionais que TODO MUNDO AMA!

Criar uma identidade de frequência é sempre um grande desafio. Rádios segmentadas possuem mais características para tal feito, afinal, na teoria, falam para um grupo mais homogêneo. Se lançar em uma proposta imensa como essa, por ser de caráter popular, é inovar e criar diferenciação dentro do mesmo mercado. É competir oferecendo um serviço distinto. Produtos e serviços diferenciados conquistam corpo, mente e espírito dos seus consumidores. E foi exatamente todo esse conceito - de Kotler - proposto e vivenciado pela 88,9. A Jangadeiro FM partiu na frente na ERA DOS VALORES, e a resposta de todo o esforço e inovação praticada pela rádio foi se consolidar em 1º lugar geral no Ibope.

Qual o segredo?


A rádio que todo mundo ama apostou em comunicar sentimentos, e sentimentos só se tornam reais se forem compartilhados. Assim, eliminou a sensação de "locutores ilhados", reduziu a fragmentação dos programas, elevou a unificação de linguagem e criou união e integração, traduzindo essas 4 etapas em pertença por parte dos ouvintes, Afinal, todo mundo deseja está sempre na sintonia do amor.

Os quatro fenômenos apresentados é a composição do Oceano Azul. Uma teoria de diferenciação de mercado que desenvolve um modelo de negócio tão inovador e único, que a concorrência não consegue copiar. A teoria de Chan Kin, quando bem aplicada, leva a organização a ser um Player líder de mercado e foi exatamente o que aconteceu com a Jangadeiro FM. No caso de rádio: músicas, promoções, quadros e programas podem até ser copiados, mas o conceito e os valores sempre ficam para quem partiu na frente.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

A.I.D.A

Vamos falar sobre AIDA? Vivemos um bombardeio de publicidade, informação por todos os lados, busca por venda "predatória" e conquista por uma fatia de mercado mais sustentável. Porém, a transação comercial isolada, por oportunidade e sem entender os fenômenos que acarretam a ação propriamente dita, pode ser perigoso para a própria manutenção dos negócios. Compreender todo o processo de fragmentação da venda ( possibilidade de desenvolver relacionamento ) é fundamental e funcional para a saúde do mundo corporativo. O que leva pessoas a consumirem uma determinada marca? Ir além e tornar-se fiel? Para responder questionamentos como estes, é necessário mapear a AIDA (Atenção, interesse, desejo e Ação). No cenário competitivo atual, não basta somente fazer uma boa propaganda de produtos e/ou serviços de uma determinada organização. Desenvolver relacionamento, em qualquer etapa do contato Empresa x público de interesse, é uma norma do século XXI. Pode ter funcionado no passado, onde a concorrência era menor e as relações aconteciam, na maioria das vezes, de maneira local, mas atualmente, é vital ter proximidade com seus consumidores, entendimento de mercado e saber com quem sua marca fala.
Etapa I: Atenção. É um desafio atrair atenção dos consumidores com tantas ofertas, variedades, condições e massificação de mídia. Por isso, no primeiro passo desta etapa, toda estratégia de marketing deve está muito clara, ciente do público que sua marca busca atingir, com linguagem direta e criativa. Entende-se por criativa, sair do óbvio. Todo mundo compete pela atenção dos consumidores, é preciso comunicar diferente, saltar da desatenção para retê-la. Nunca os meios criados para atrair atenção deverá gerar dissonância com a essência da empresa, o dia-a-dia, a forma que ela age com quem à rodeia. Isso poderá, depois de experimentada, decepção e repulsa. É melhor passar despercebido do que ser experiência negativa para os consumidores. Etapa II: Interesse. Uma vez captado a atenção das pessoas, é preciso despertar interesse. Estamos diante de um ótimo momento para se mostrar solução, apresentar atributos funcionais de negócios e facilidade na busca da informação. O consumidor em potencial está dando a oportunidade para a sua empresa se apresentar, dizer quem é e o que pode oferecer. Lembre-se que a informação deverá estar ao alcance de todos e precisa ser rápida, principalmente no online. Aqui, sua imagem institucional precisa ser muito boa, pois estamos na era dos compartilhamentos de opiniões na rede.(WEB 3.0)
Etapa III: Desejo. O desejo se manifesta (Corpo, mente e espírito) no consumidor, quando há percepção de atributos de valor na marca, diferenciais competitivos de mercado, benefícios que façam o possível cliente optar por uma marca em detrimento de outra. O envelopamento publicitário geralmente usa recursos de ser solução dos desejos e necessidades do cliente. Aqui, o público de interesse deverá ter todas as informações inerentes ao produto/serviço ofertado e, principalmente, de forma clara, a percepção de vantagens para que a quarta etapa se concretize. Etapa IV: Ação. A ação, é a finalização do negócio, a compra (meio físico e online). Por muito tempo, as empresas encerravam nesta quarta etapa, o processo de comunicação junto aos clientes. A extensão deste quadrante (5º estágio) é tão importante quanto os outros. O pós-venda, o canal de relacionamento com os clientes, o desenvolvimento da identidade de parceria e não de venda simplesmente, é a criação sustentável de manutenção da fatia de mercado. Na era da globalização, empresas não podem fazer vendas, precisam fazer clientes.

domingo, 2 de abril de 2017

Convergência Digital - Um novo olhar das mídias tradicionais.

É sabido que na era da tecnologia e informação, o jeito de se comunicar se modifica constantemente. Os monólogos perdem força e abrem espaço para comunicação interativa, participativa e unilateral. A produção de conteúdo não é mais exclusividade das redações. Os consumidores de informações produzem, através de seus Smartphones, conteúdos midiáticos de forma imediata. Invertem, muitas vezes, o papel na cadeia da comunicação e deixam de ser passivos. - apenas receptores, para ativos: produtores e protagonista das programações dos meios tradicionais como Rádio e TV.
Esse novo modelo de comunicação, surgiu na internet, ainda no ano de 2004, e é conhecido como Web 2.0*, onde o consumidor de conteúdo interage, compartilha informação e principalmente, dar sua opinião. Neste sentido, os meios tradicionais de comunicação vivência, desde a década passada, o processo de adaptação em seus formatos de se comunicar. Aderir, alinhar e trazer à suas programações a comunicação alternativa têm sido a tônica das grandes corporações midiáticas. Primeiro o Twitter, Facebook, Instagram e por último, até o momento, WhatsApp. Para o Rádio, a utilização destes dispositivos, como ferramenta de apoio, é mais fácil. É característica do sem fio essa remodelagem, haja vista a interação ser o seu próprio DNA. A TV têm buscado modelos de inserção de várias maneiras. Páginas nas redes sociais, participação de telespectadores, através de hastags em programas ao vivo, vídeos de acontecimentos em seus jornais, dentre outros formatos através dos seus 4 modais semióticos: texto, vídeo, áudio e fotografia. Dar voz e vez aos seus telespectadores e/ou ouvintes, é um caminho sem volta.O mundo globalizado e a tecnologia cada vez mais presente na vida das pessoas, potencializa estes fenômenos de interação. Em mercados com disputa acirrada pela atenção das pessoas, desenvolver esta teia de relacionamento é um processo, acima de tudo, sustentável. -- * O termo foi criado em 2004 pela empresa americana O’Reilly Media para designar uma segunda geração de comunidades e de serviços na Web que amplia o compartilhamento de informações online, tendo a própria Web como plataforma.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

O que o marketing da sua empresa têm feito além de posts nas redes sociais?

O que você tem desenvolvido para alavancar o marketing da sua empresa? Não estamos falando do velho papo acadêmico de pensar estratégias para agregar valor ao produto e/ou serviço. Não estamos nos referindo à departamentalização do setor, mas sim, o marketing pensado por todos os colaboradores da organização; no atendimento, no telefone, no esclarecimento de dúvidas. Em outra prosa, para quantos clientes sua empresa ligou nos últimos tempos para agradecer a preferência dele por vocês e não pela concorrência? Quais atividades estão sendo desenvolvidas para "pescar" os consumidores da concorrência? E os fatores críticos de sucesso como, por exemplo, atendimento como experiência única?
Qual foi a última vez que você surpreendeu um cliente seu? Existe banco de dados? Os dados são analisados e convertidos em ações? Você sabe o espaço de tempo em que os clientes mais fiéis realizam a recompra? O espaço da sua empresa comunica aos clientes suas melhores ações? Seus colaboradores entendem, independente da função, todo o modelo de negócios? O que a concorrência está fazendo de bom que você não faz? O que você faz de diferencial que a concorrência não aplica? Se as respostas forem sempre em negativa, ou mesmo, soarem desconhecimento na maioria delas, fique ciente que sua empresa não está se adequando, remodelando nos tempos de "guerra" por espaço e conquista do coração dos consumidores.

domingo, 6 de novembro de 2016

NETWORK

Em tempos de internet, convergência digital, rede de relacionamentos, velocidade da informação, o que conta mesmo é o Network! Saber se relacionar estrategicamente com os mercados vai bem além de likes em fotos no facebook ou instagram. A plataforma digital é sim canal de relacionamento para o desenvolvimento e principalmente, manutenção do que é mais importante em sua carreira profissional: Sua rede de contatos. Entretanto, é preciso criar relevância no relacionar-se (Não somente no meio digital). É necessário claro, competência, tempo de estrada e principalmente relacionamento interpessoal. É preciso posicionar-se diante de um bombardeiro contínuo que é o mercado, em todas as esferas.
Veja: confiança, profissionalismo dentre outras virtudes são vitais para qualquer carreira de sucesso, mas, de nada adianta se não for visto, se suas soluções não forem consumidas por alguém. É preciso estabelecer pontes firmes - esta cadeia só é possível através de pessoas - para estabelecer-se e buscar crescer na área que se deseja prestar serviços. A idéia de VOCE/SA é importantíssima, seja para empreender, seja no 1º, 2º ou 3º setor. Ser uma marca! desenvolver relacionamentos, oferecer atributos funcionais, ser bem visto no mercado são fatores que não se podem deixar de ter, principalmente na globalização que vivemos diariamente. O mercado está cada vez se profissionalizando mais, especialistas estão por todas as partes, profissionais densos, adaptáveis, estão prontos para o trabalho. É preciso ter e ser tudo isso, mas um dos principais diferenciais é - e continuará sendo - o relacionamento. Desenvolver network não é só interagir em redes sociais. O contato digital muitas vezes se torna frio, distante. Rede de relacionamentos se amplia e se mantém com trabalho em equipe, com integração, com estratégia, com continuidade. É preciso ser nutrida, ter atenção, é fundamental que seus contatos percebam algum atribudo de valor em você, sem que seja forçado, mas sim, natural. Lembre-se: network se faz no trabalho, na faculdade, entre os amigos. Perceba; as oportunidades estão por ai.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

POSICIONAMENTO DE MARCAS.

Construir marcas é criar relevancia na vida das pessoas. Não existe outra ótica pra construção de marcas, de imagem, de posicionamento ou seja lá como chamem. Existe um modelo padrão ( e funcional ) pra esse fenomeno, que é o que a nike usa desde os anos 80, que a Unilever utilizou bastante já, dentre outras marcas. Eles idenfificam clientes extremos, que fazem daquela marca uma vivencia diária e os investiga. Pesquisa, pesquisa e capta o que é dito e o que não é dito principalmente. Bom, isso vira um atributo funcional e daí, a organização segmenta e cria um envelopamento publicitário.
O desafio é não criar um hiato entre imagem e experiência. Sabemos nós, a dissonância do que é proposto e praticado, seja de serviço e/ou produtos. Então criar esse modelo de relavância é a grande sacada para toda essa engenharia administrativa, mas muitas empresas se equivocam pensando que o segredo é publicizar sua marca. Posicionar vai muito além de propagandas, é um mix, um composto de comunicação, ação, valores, avaliações. Isso tudo para, com o tempo e a repetição, gerar, abrir oportunidade pra gerar memória, pra ser experiência única. Muitas organizações erram também quando querem a todo momento aparecer, ser um player líder de mercado a qualquer custo. As empresas precisam saber quem são elas no cenário, a quem atendem, onde estão e o principal: o seu tamanho. Precisam estudar mais sobre a temática e compreender, de uma vez por todas que: imagem, valor percebido, não é o que as propagandas dizem, mas o que seus clientes percebem

domingo, 20 de março de 2016

ANÁLISE SWOT

Olá, tudo bem? Hoje falaremos sobre uma ferramenta de gestão que auxilia no desenvolvimento do planejamento estratégico da tua empresa. A Análise SWOT, conhecida aqui no Brasil Também como Matriz FOFA.
O conceito dela é bem simples: Avalia-se quatro cenários: dois internos e dois externos: No ambiente interno, faz-se a avaliação de pontos fortes e pontos fracos: Quais os pontos positivos da tua empresa? Em que ela se destaca? O que fez de melhor? E também os pontos fracos. Onde somos mais frágeis? Em que precisamos melhorar? Pontos Fortes e fracos faz parte da análise, como já falado, interna da tua empresa. Os outros dois cenários que precisam ganhar forma faz parte de uma análise externa, fora do espaço físico da tua organização. São eles: Oportunidades e ameaças de mercado. A reflexão é a seguinte: Quais oportunidades o cenário me oferece? Em que e o que podemos aproveitar para crescer? Neste mesmo tocante, é necessário um estudo em relação as ameças que o ambiente externo oferece para tua empresa. Um ponto de reflexão que não pode ser deixado de lado, é que se você não consegue enxergar as oportunidades ou as ameças, não quer dizer que elas deixarão de existir. É por isso que é fundamental o entendimento do mercado ao qual você está inserido. Sucesso e seja a diferença.

GERAÇÃO Y

Olá, tudo bem? Hoje falaremos sobre o comportamento da Geração Y. Pessoas nascidas na década de 80 e início dos anos 90, fazem parte da geração Y, com um comportamento mais irreverente, sem tanta estrutura rígida. Esta geração, cada vez mais está presente o mercado de trabalho, apresenta conceitos de vida totalmente antagônicos nas salas de escritórios em relação a geração X, uma verdadeira miscigenação de estilos.
É preciso entender como age esta geração “descolada”, sem apego a trabalho, sem criar raízes organizacionais, movida a desafios e aventuras. Estamos falando da geração da internet, dos clicks, da conexão e da busca da independência como prioridade em suas vidas. Com isso, as empresas vêm se adaptando para aproveitar as características desta geração a seu favor. Uma geração que tecla, ouve música e brinca com o cachorro ao mesmo tempo, leva esta proatividade para as salas de emprego, têm traços de empreendedorismo e inovação. Diferente da geração X, que tem características de busca de estabilidade , respeito a estrutura hierárquica, a geração Y não tem muita inclinação a insubordinação, não apresenta tanta resistência em relação a mudanças também. Não existe cultura melhor ou pior, cada uma têm seus pontos fortes e pontos a melhorar, cabe as organizações, conseguir captar o melhor de cada geração. É sempre importante falar também que esta concepção não é uma verdade absoluta, existe pessoas com características de gerações diferentes. Um grande exemplo de gestão foi o caso de Avenida Brasil, sucesso em audiência, a novela tinha em seu núcleo de direção Amora Mautner. Em um nicho de mercado com profissionais de Van Guarda, Amora inovou o modelo de direção. Sem seguir estruturas, os bastidores da novela fervia, mudava. Amora provocava nos atores o senso de questionamento, debate, geria sem seguir rotinas, através de troca de experiências. Houveram vários incômodos neste processo de mudanças, acertos e erros, que é total característica desta geração. Com este cenário de mudanças, a resposta foi a entrega para os consumidores de um produto inovado, diferente, e foi um grande Sucesso.

Balanced ScoreCard

Importante tanto quando a operacionalização de uma ferramenta de gestão, é entender a sua essência. Hoje daremos continuidade a este papo, dando ênfase a uma estrutura de gestão super importante. O Balanced ScoreCard, ou simplesmente BSC.
A ferramenta, acima de tudo, é um convite a reflexão sobre um olhar de gestão fora da caixa. Muitos acionistas, gestores, fazem uma análise do universo financeiro. No BSC, existe este balanceamento. É entendido que o retorno financeiro se dá pelo relexo de outros contextos dentro de uma organização. A satisfação de clientes, seu feedBack. Mas, para isto, os Processos internos da organização, a qualidade, a inovação são determinantes. Entretanto, para excelencia destes processos, é necessária a capacitação e crescimento de seus colaboradores. Este ecossistema organizacional que gera uma maior resposta. Claro em um processo que retroalimenta-se, o conhecido Loop. Então as 4 bases de medição são: Financeiro, Clientes, processos internos e Crescimento e aprendizagem. 4 frentes de análises. È importante falar que esta ferramenta de análise, não se trata de um aparato romântico, não estamos falando de um modelo poético de gestão, mas este desenho, este panorama remete a uma melhor resposta no resultado final das organizações. Sucesso e Seja a diferença.

DES(EMPREGO)

Olá, tudo bem, hoje falaremos sobre algo que vem tirando o sono de muita gente, o desemprego! Nesta situação, o homem ou mulher muitas vezes desanima, sente-se excluído do meio social como um todo, muitas vezes sentem até mesmo vergonha. Veja bem, alguns pontos precisam ficar claro para gente: existem profissionais excelentes, acima da média sim em busca de recolocação no mercado, então, não procure esconder esta situação das pessoas que você conhece, quanto mais pessoas souberem desta informação, maior a chance de surgir uma oportunidade. Utilize as redes sociais como canal a seu favor.
Não estou falando de publicar lamentações, muito cuidado com isso, mas me refiro sim a própria tradução de rede de contatos. Repito, utilize a internet a seu favor. Existem inúmeros sites de cursos onlines totalmente gratuitos e mais, com certificação, que é melhor ainda. Aproveite esta ferramenta para se reciclar, melhorar seu currículo, acompanhe a rotinas de seleções e conteúdos de empresas da sua área. Veja bem, não estamos falando para passar 24h do dia na internet, mas sim, utilizar-se dela como subsídio, como apoio na busca de inserção no mercado de trabalho. Contemporâneo a isso, um curso de inglês cairia bem, e não se amarre a especialidades. Lembre-se que sobrevivência não é uma questão de força, mas sim, adaptação. Seja flexível! O Mercado seleciona profissionais densos, proativos, que se adaptam a realidades com jogo de cintura. Então, com esta linha de pensamento, comece a se adaptar agora! Não esqueça também que estudo é uma atividade continuada, atualize-se, mantenha-se motivado e atento as oportunidade. Saia da “caixa”, quem sabe não é a hora de você buscar algo em outra área que é um sonho antigo, ou até mesmo abrir seu próprio negocio? Sucesso e seja a diferença.

PAINÉIS DE MONITORAMENTO

Planejar ou tomar decisões em cima do “eu acho”? Através de sentimentos? Imagine você sair de fortaleza com destino a São Paulo, em uma viagem de carro, onde o painel esteja totalmente desligado. Não marca velocidade, temperatura do motor, nível de combustível? Como você tomará decisões? Sem saber se acelera, se freia, se continua ou para pra abastecer? Pois é! Não vai rolar!!! Agora, imaginemos juntos: se você não consegue fazer uma viagem assim, por que sua empresa, ou sua carreira profissional, tem que caminhar desta forma?
Sem nenhuma avaliação, sem nenhum dado para te embasar na tomada de decisão? Precisamos sair da filosofia, com todo respeito ao Zeca Pagodinho de: deixa a vida me levar, e ir para Quem sabe faz a hora, não espera acontecer de Geraldo Vandré! Ir a frente, sobretudo, planejando, pensando em nosso mercado. Para os microempreendedores, maioria em nosso cenário, tempo para planejar e principalmente disposição financeira para isto, é sempre um grande desafio. O X da equação está em saber equilibrar este panorama. O combate é a ação propriamente dita, mas a guerra se ganha com estratégia. Sucesso e seja a diferença.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

SUA PRESENÇA NO FACEBOOK

Embora seja um perfil pessoal, você, certamente tem uma lista variada de amigos no faceook. Pessoas do trabalho, faculdade, escola, amigos particulares, conhecidos, enfim, a Rede, de fato, funciona. Em virtude da rápida disseminação da informação na plataforma, saber se o que dizer faz toda a diferença! Que imagem você acha que o usuário transmite quando posta algo do tipo: não acredito, amanhã ja é segunda? Chega logo sexta, não aguento mais! Ou ainda, que imagem você acha que fica das pessoas que utilizam o facebook como muro das lamentações?
Saber filtar conteúdos é importantissimo. Comentários radicais também devem ser analizados, falar mal de pessoas ou empresas é um verdadeiro tiro no Pé. Lembre-se que existe oportunidades para todos os lados e você sempre estará sendo "vigiado". Tome cuidado também com a quantidade excessiva de postagens, narrar as coisas normais do seu dia-a-dia a todo momento não te proporcionará fama na internet. Busque publicar conteúdos de relevância, evite as correntes, solicitações de jogos e frases prontas de carater negativo. Não crie uma imagem pessimista, rasa, sem conteúdo e que enxerga as coisas sem entusiasmo algum. O Facebook, por mais que você possa considerar um passa tempo, é um portfólio eletrônico seu, por isso, fique atento a escrita correta, não deixe que as abreviações se tornem padrão de comunicação na rede (internetês). Lembre-se que muita gente ganha dinheiro através do Facebook. Sucesso e seja a diferença! OBS: Texto adaptado de coluna de Rádio.